Os Casamentos Prematuros são impulsionados pela busca de recursos e benefícios. Para compreender as oportunidades para a mudança social e de comportamentos a N’weti implementou um projecto a título piloto com o apoio da UNICEF entre Março de 2018 e Dezembro de 2019: Diálogos Comunitários - uma abordagem de prevenção de Casamentos Prematuros em comunidades rurais" (doravante "o Projecto"). O Projecto foi realizado em quatro distritos da Província de Nampula (Rapale, Monapo, Angoche e Nacala Velha). O objectivo foi o de testar a abordagem, aumentar a sensibilização para os perigos e desvantagens do Casamento Prematuro e encorajar o repensar da tradição de casar as raparigas pouco tempo depois de começarem a menstruar.

Um estudo de caso sobre a opinião dos beneficiários dos Diálogos Comunitários permitiu verificar que os pais, que desejam casar as suas filhas, procuram diminuir o seu próprio fardo de sustentar a família. O que foi frequentemente mencionado durante o estudo de caso foi o receio de que uma filha solteira grávida aumente a já pesada carga alimentar dos seus pais. Por conseguinte, há fortes motivos para casar as filhas logo após o ritual de iniciação, ou seja, após ela começar a menstruar. Neste contexto, o objectivo de evitar o casamento de crianças parece ser um esforço insuperável. No entanto, dados os vários testemunhos, é possível perceber transformações sociais. Ainda que lentamente, mas a mudança é visível.

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O objectivo deste estudo é documentar e divulgar as boas práticas da ONG N’weti- Comunicação para Saúde, organização parceira do programa Acções para uma Governação Inclusiva e Responsável (AGIR), implementado pela Oxfam em Moçambique. O estudo abrange a capacitação e desenvolvimento institucional na área de comunicação para saúde, saúde sexual e reprodutiva e direitos, HIV/SIDA e género, bem como aspectos de participação comunitária nas diferentes fases de implementação dos projectos, assim como as mudanças esperadas e/ou outras promovidas pelos projectos implementados pela N'weti.

A metodologia utilizada para este Estudo de Caso foi basicamente qualitativa, especialmente através de uma interacção directa e dialógica com os diferentes gestores, técnicos e parceiros financiadores e implementadores dos programas da N’weti. A recolha das informações foi feita através de três técnicas, nomeadamente, leitura de documentação e material de consulta relevantes, entrevistas individuais e entrevistas em grupos.

O objectivo do financiamento que a N’weti recebe do Programa “AGIR”, através da Oxfam, em Moçambique, tem a finalidade de reforçar a capacidade institucional da organização de forma a que esta possa implementar o seu Plano Estratégico e cumprir com o objectivo definido de contribuir para a melhoria do estado de saúde dos moçambicanos em áreas de saúde críticas, através de uma comunicação que promova a mudança social e de comportamento, tendo como base a implementação de intervenções integradas de comunicação multi-media (TV, Radio & e materiais impressos), mobilização social, advocacia e monitoria da governação, dando particular atenção ao género e aos direitos humanos.

O presente relatório apresenta os resultados da Auscultação Qualitativa Rápida das Percepções Locais sobre as Doenças Tropicais Negligenciadas em três distritos da província de Nampula, nomeadamente: Mogovolas (Nametil), Murrupula (Chinga) e, Eráti (Namapa e Alua). A recolha de dados no campo, teve lugar entre os dias 23 e 28 de Marco de 2014 e,procurou olhar para a etiologia da doença (sinais e formas da manifestação), a representação social da doença (experiência, o possível estigma associado com formas avançadas) e estilos de vida da população-alvo dos distritos de implementação do projecto na província de Nampula.

Abordagem qualitativa constitui a opção metodológica adoptada. A auscultação privilegiou a recolha de dados que permitiram compreender as percepções, os significados e as interpretações locais sobre as DTNs.

Em ternos de achados, o estudo constatou:

  1. Existência de diversos conhecimentos e percepções sobre os sintomas e sinais entre as comunidades abrangidas. A diversidade de conhecimento recolhido entre os diferentes membros da comunidade é informada por experiências de vida com a doença, fraco acesso à informação biomédica sobre a doença, crenças mágico- religiosas e alguns estereótipos que conduzem para um contexto permissivo de determinadas práticas e atitudes que perpetuam práticas nocivas a saúde. A título de exemplo, comum em todos os distritos cobertos pela pesquisa associar as ilustrações de uma criança com barriga de água, urina com sangue á doenças relacionadas com sexualidade.
  2. Os participantes foram unânimes em considerar que as práticas de risco ilustradas, nomeadamente: o fecalismo a céu aberto; banho em águas paradas; urinar nas margens dos lagos, lagoas, e lavar roupa com as pernas dentro das lagoas e lagos são comuns nas suas comunidades e, estão conscientes dos riscos associados para a saúde do indivíduo e da comunidade.
  3. Baixo conhecimento sobre a transmissão da bilharziose entre as comunidades abrangidas pelo estudo. Pois, não, foi possível perceber uma associação directa entre os comportamentos de risco ilustrados através de cartazes da pesquisa com a bilharziose. Porém, as interpretações tecidas em volta das Cartazes visualizam um conhecimento generalizado sobre as implicações para a saúde dos indivíduos e das comunidades resultantes do não seguimento de recomendações básicas de higiene.

A N’weti pretende implementar uma intervenção para a mudança social e de comportamento com enfoque na área de Saúde Sexual e Reprodutiva (SSR) para adolescentes e para jovens. A materialização da iniciativa passa pela produção de materiais e informação que vão alimentar os três pilares da organização, nomeadamente: multimédia, mobilização social e advocacia.

Com vista a operacionalizar essa iniciativa a N’weti conduziu uma análise documental sobre Direitos Sexuais e Reprodutivos (DSR) e sobre DSR entre populações de alta mobilidade, com enfoque para o contexto e quadro legal actuais. Com base nessa análise foram definidas algumas áreas de intervenção e principais tópicos a tomar em consideração na pesquisa de audiência. Porém, antes de iniciar a sua intervenção, a N’weti decidiu conduzir uma pesquisa de audiência para caracterizar necessidades e especificidades dos grupos alvo, incluindo grupos de alta mobilidade, em matéria relacionada com DSR para jovens de ambos os sexos. A pesquisa foi realizada em Nampula cidade e Nacala-Porto, em Nampula; Chimoio, Manica e Machipanda, em Manica, e Magude e Namaacha na província de Maputo.

Como resultados, a presente pesquisa identificou quatro segmentos de audiência que pese embora frequentem o mesmo espaço e algumas vezes se relacionam entre si e habitem esses mesmo espaços, apresentam características diferentes. O primeiro grupo é constituído pelos jovens; o segundo pelos pais, encarregados de educação e outros adultos responsáveis por encaminhar a vida sexual e reprodutiva dos jovens; o terceiro segmento é constituído por grupos de alta mobilidade, e o quarto segmento é constituído por provedores de serviços de SSR.

Em termos de provisão de serviços, a nível formal existem as unidades sanitárias (US’s), os Serviços Amigáveis de Adolescentes e Jovens (SAAJ’s), o Programa geração Biz (PGB) e Organizações Não Governamentais (ONG’s) nos quais trabalham ou colaboram enfermeiras(os), médicas(os), conselheiras(os) activistas e educadores de pares que prestam serviços na área de SSR. Nas US’s e em algumas ONG’s estão disponíves informação, aconselhamento, testagem para Infecções de Transmissão Sexual (ITS) e Vírus de Imunodeficiência Humana (HIV) e, seguimento, cuidados pós aborto, cuidados pós parto e Consulta Pré-Natal (CPN). Outras ONG’s, os SAAJ’s e as componentes escolar e comunitária do PGB oferecem serviços de PF (sobretudo as ONG’s) assim como os serviços de prevenção de ITS e referem os seus grupos-alvo para as US’s para testagem de ITS e HIV e respectivo seguimento. Por seu turno, os activistas e os educadores de pares disseminam informação relativa a SSR.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de 3.3 biliões de pessoas estão em risco de contrair malária e as pessoas que vivem em países pobres, particularmente em África, são mais susceptíveis a contrair a doença. A espécie de parasita causador da malária mais comum em África é o plasmodium falciparum. A malária é uma doença comum em Moçambique como resultado do clima quente e húmido que fornece as condições ideais para o crescimento e sobrevivência de mosquitos. As altas temperaturas contribuem para o desenvolvimento dos parasitas da malária nos mosquitos. Estima-se que cerca de 96% da população moçambicana vive em áreas de elevada intensidade de transmissão da malária e o parasita plasmodium falciparum seja responsável por 90% dos casos de malária.

Em Moçambique a malária constitui a causa primária das elevadas taxas de morbilidade e mortalidade no país; as crianças morrem mais de malária do que de qualquer outra doença. Esta doença é responsável por 60% de todas as admissões pediátricas, por 40% do total de consultas e ainda por 30% de todas as mortes registradas nos hospitais.

É neste contexto que a N’weti, uma organização virada para Comunicação para Saúde, conduziu esta pesquisa de audiência com o objectivo de informar as suas acções de produção de materiais de comunicação que visam educar e informar as comunidades sobre a prevenção e o tratamento da malária.

O presente relatório apresenta os resultados da pesquisa formativa sobre a malária realizada em Moçambique. O relatório está estruturado em sete partes: na primeira parte abordam-se os conhecimentos, incluindo as causas, sintomas e a vulnerabilidade à malária. Em seguida são descritos os métodos de prevenção, que incluem o uso da rede mosquiteira e a pulverização intradomiciliária. Posteriormente apresentam-se as experiências dos entrevistados em relação à malária. Na quarta parte são arrolados vários aspectos associados ao tratamento, que incluem o conhecimento sobre o tipo de tratamento, determinantes da procura do tratamento, eficácia, desistência do tratamento e suas consequências e ainda o que pode ser feito para que os pacientes sigam as recomendações médicas. A seguir, apresenta-se o conhecimento dos entrevistados sobre a relação entre malária e o HIV e SIDA. Na parte final do relatório faz-se uma análise dos dados apresentados e, por último, as conclusões.

O presente relatório apresenta os resultados da Pesquisa Formativa intitulada “Explorando Constrangimentos Individuais e Socioculturais que Influenciam a Procura de Serviços de TB em Três Províncias de Moçambique”. O estudo foi conduzido como o objectivo de explorar e identificar os factores subjacentes aos aspectos socioculturais e individuais que influenciam a busca de serviços diagnóstico e tratamento da TB, entre Profissionais de saúde, Agentes Polivalentes Elementares (APE), Agentes Comunitários de Saúde (ACS), pacientes com TB, membros da comunidade e respectivos líderes comunitários com a finalidade de gerar informação que sirva de base para orientar o desenho de uma estratégia de comunicação e intervenções de mudança social e comportamental.

Os dados para o presente estudo foram recolhidos em contextos urbanos e rurais das províncias de Maputo (Namaacha e Magude), Tete (Cidade de Tete e Moatize) e Nampula (Cidade de Nampula e Angoche) cobrindo deste modo a diversidade regional das zonas Sul, Centro e Norte do país caracterizada também pela sua variedade sociocultural. O estudo seguiu uma abordagem que combinou técnicas qualitativas, nomeadamente as entrevistas semiestruturadas conduzidas entre líderes comunitários, pacientes de TB, APEs, ACSs e profissionais de saúde e, a realização de Grupos de Discussão Focal com membros da comunidade e mineiros e a observação directa. Adicionalmente, a esses dados foram analisados fontes secundárias como relatórios das três Direções Provinciais de Saúde bem como do Programa Nacional de Controlo da Tuberculose do Ministério de Saúde e outro material julgado relevante.

Em Moçambique, o número de casos de TB diagnosticados e tratados continua a crescer. De 2007 a 2011, ocorreu um crescimento de 20% (de 38,044 casos em 2007 para 47, 301 em 2011) no número de casos de TB (MISAU, 2010). Diversos esforços tem sido levados a cabo para assegurar um diagnóstico precoce da TB. De entre os esforços mencionados incluem- se um aumento consistente da disponibilidade de serviços grátis para o diagnóstico e para o tratamento da TB no país. Essa estratégia envolve a expansão da rede de laboratório e a descentralização dos cuidados aos níveis mais periféricos.

Como resultado desses esforços, existem intervenções de sucesso desenvolvidas nas comunidades. Essas intervenções são implementadas com o envolvimento de vários actores, nomeadamente , Agentes Comunitários de Saúde (ACS), ONG’s, Organizações Comunitárias de Base (OCB) e de PMT.

Este relatório apresenta resultados de uma pesquisa formativa realizada em Moçambique sobre o fenómeno de Multiple Concurrent Partnerships (Relacionamentos Múltiplos e Co-ocorrentes) no contexto do HIV e SIDA. O relatório informa a N’weti, organização dedicada à comunicação para a saúde, sobre percepções e atitudes da audiência em relação ao fenómeno. Procura igualmente informar sobre normas sociais e práticas em torno do assunto e identificar as barreiras que impedem a mudança do comportamento. O fenómeno de relacionamentos com múltiplos parceiros co-ocorrentes entre homens e mulheres emergiu na agenda programática da reunião de Peritos da SADC em Maseru, no Lesoto, em Maio de 2006 (SADC Think Tank). Esta reunião identificou este fenómeno como um dos principais vectores de transmissão do
HIV na África Austral.

Foi neste contexto que o Programa Regional da Soul City, em parceria com o Secretariado da SADC, decidiu e acordou realizar intervenções nacionais e regionais com o objectivo exclusivo de influenciar a redução da multiplicidade de parceiros no âmbito do HIV. Como forma de informar a produção dos materiais de comunicação tanto a nível regional como a nível de cada país da SADC, foi sugerida e realizada uma pesquisa formativa sobre parcerias múltiplas e co-ocorrentes em simultâneo nos nove países da SADC que são parceiros do Programa Regional da Soul City. Em Moçambique a pesquisa foi realizada pela N'weti, parte integrante do Programa Regional da Soul City.

O presente relatório está estruturado em seis partes: na primeira apresenta-se a metodologia adoptada para a realização da pesquisa. Em seguida faz-se a apresentação das tipologias de MCPs (Multiples Concurrent Partnerships) indicadas pela audiência: a poligamia, o amantismo e amizade íntima. Na terceira são arrolados factores socio-económicos e culturais que impelem homens e mulheres a envolver-se nestas redes de relações sexuais. Na quarta parte são descritas as modalidades em que homens e mulheres gerem estas relações no seu quotidiano. Devido a correlação directa existente entre o fenómeno e a pandemia do HIV e SIDA, afloram-se de seguidas percepções sobre a vulnerabilidade e risco da audiência para contrair o HIV e dinâmicas e significados do uso do preservativo. Para finalizar, o relatório apresenta as principais conclusões e recomendações estratégicas a considerar nas intervenções programáticas visando a redução de parceiros.

“Compreendendo as Barreiras e Determinantes Sociais que Influenciam a Procura por Serviços de Planeamento Familiar e Aceitação dos Métodos Modernos de Contracepção” é nome de uma pesquisa realizada em 13 distritos selecionados nas províncias de Sofala e Nampula entre 20 de Fevereiro a 04 de Março de 2017. A pesquisa encomendada pela N’weti – Comunicação para Saúde tinha como objectivo principal identificar as barreiras e determinantes sociais que influenciam a procura por serviços de planeamento familiar e a aceitação dos métodos modernos de contracepção nas províncias de Sofala e Nampula.

O aumento do uso dos métodos modernos de contracepção entre mulheres e adolescentes pode catalisar ganhos significativos em termos de saúde da mulher e da criança, de modo geral, e, em particular, em Moçambique. Consciente desse benefício, o Governo de Moçambique, no quadro da implementação da Estratégia Nacional de Planeamento Familiar e Contracepção 2010-2015 estabeleceu uma meta de aumento de 25% da taxa de contraceptivos modernos até 2015. Porque o país tem registado alguns progressos, a vigência da estratégia foi espaçada até 2020 onde se espera alcançar uma meta de 34% de aderentes/usuários de métodos modernos de contracepção.

Ciente do problema descrito acima e no seguimento das metas estabelecidas na Estratégia Nacional de Planeamento Familiar e Contracepção, a N’weti e os seus parceiros congregados num consórcio desenharam e pretendem implementar durante um período de cinco anos o Programa Integrado de Planeamento Familiar (IFPP), financiado pelo Governo Americano através da Agência de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos (USAID). O consórcio liderado pela Pathfinder inclui para além da N’weti as organizações não-governamentais Population Service International (PSI) e Abt Associates.

A malária ainda é um grande problema de saúde pública em Moçambique. Em Moçambique, a malária é endémica e toda a população está em risco de contrair a doença. A malária é considerada o problema de saúde pública mais importante do país, respondendo por 29% de todas as mortes e 42% das mortes em crianças menores de cinco anos5. A maior parte do país tem transmissão de malária durante todo o ano, com um pico sazonal durante a estação chuvosa de dezembro a abril. Embora haja uma diminuição da mortalidade por paludismo nos últimos anos, a malária continua a ser uma das principais causas de morbilidade e mortalidade. De fato, o relatório anual de 2015 do Programa de Prevenção e Controle da Malária no Ministério da Saúde declarou que houve um aumento de 6% na prevalência da malária desde o ano anterior. O resumo dos dados preliminares do IMASIDA de 2015 também relatou um aumento na prevalência da malária. Em 2015, a prevalência de malária em crianças de 6-59 meses foi de 40%, o que aumentou de 35% em 20116. Além disso, há um forte contraste na prevalência entre crianças de 6 a 59 meses em áreas rurais (47%) e urbanas. (19%) e as províncias do norte do país têm maior prevalência e morbidade da malária do que as regiões sul e centro. A Província de Nampula é uma das províncias mais populosas de Moçambique e caracteristicamente tem uma alta carga de doenças e pobreza. Tem uma alta prevalência de malária com 291 casos por 100.000 pessoas7, e em 2015 foi a província com o maior aumento na incidência de malária. “Netting Malaria” é um projeto administrado pela N'weti financiado pela Comic Relief para combater a alta prevalência e alta mortalidade da malária na província de Nampula, especificamente nos distritos de Nampula e Ribáué. O objetivo do projeto é aumentar a demanda e a qualidade da atenção primária à saúde nas comunidades afetadas pela malária, aumentar o conhecimento sobre as causas da malária, sintomas e medidas de prevenção e aumentar o comportamento positivo de busca de saúde. Os resultados esperados específicos do projeto são: • Maior conhecimento e conscientização das comunidades sobre prevenção, diagnóstico e tratamento da malária, doenças febris e direitos à saúde • Maior adesão e acesso aos serviços de saúde para diagnóstico, tratamento da malária e doenças febris e; • Aumento da demanda dos cidadãos por serviços de saúde de qualidade e prestação de contas pelos provedores de saúde.